Arquivo de Música - Attack Urbano https://www.attackurbano.com.br/category/musica/ Cultura Underground Tue, 23 Sep 2025 06:09:28 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://www.attackurbano.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-icone-granada-32x32.png Arquivo de Música - Attack Urbano https://www.attackurbano.com.br/category/musica/ 32 32 Do caos de São Paulo ao underground, o som brutal do Trágico https://www.attackurbano.com.br/2025/09/17/tragico-punk-sao-paulo/ https://www.attackurbano.com.br/2025/09/17/tragico-punk-sao-paulo/#respond Wed, 17 Sep 2025 23:51:56 +0000 https://www.attackurbano.com.br/?p=1819 Diretamente de São Paulo, o Trágico traz o som brutal do punk com letras afiadas que refletem o caos urbano e a resistência do underground. Conheça o álbum Vida Amarga, clipes e os shows da banda.

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Diretamente de São Paulo/SP, o Trágico surge como uma das vozes intensas do punk nacional. Formada por Fernando (vocal), Amanda (baixo), Fejones (guitarra) e Déda (bateria), a banda carrega no som a crueza do punk, com letras afiadas que refletem um mundo injusto e a energia de quem encontra na música uma forma de resistência e expressão.

A história começou quando Déda e Amanda decidiram dar vida a um novo projeto. O grupo ganhou forma com a chegada de Fernando e, posteriormente, de Fejones, que trouxe novas referências e ajudou a consolidar a identidade atual. Definir o estilo do Trágico passa inevitavelmente pelo punk. Como a própria banda afirma, esse rótulo já diz muito, mas eles não se limitam a subgêneros, preferindo mesclar tudo o que os inspira. No fim, brincam dizendo que o resultado é “Punk BR”.

As influências são vastas: do Reino Unido dos anos 80 ao Hardcore japonês e sueco, passando pela força sul-americana. Mas é no Brasil que encontram sua maior base, com inspirações de Restos de Nada, Inocentes, Cólera, DZK e de Ratos de Porão em sua fase punk. Além disso, as vivências em outras bandas também ajudam a moldar a sonoridade. O resultado é um som direto, cru e intenso.

As letras, por sua vez, refletem o peso da realidade: guerras, violência policial, desigualdade social e a falta de perspectiva de futuro. Em algumas músicas, o tom é mais existencialista e autobiográfico, como em “Monstro em Mim” e “Vida Amarga”. Outras faixas, como “Mausoléu”, “Máquinas” e “Me Fuder”, exploram as incertezas do amanhã. Para a banda, existir nesse contexto já é um ato político, e a mensagem é clara: mesmo diante do caos, é preciso resistir, se manter de pé e incomodar.


Do vinil aos clipes: identidade visual e som do Trágico

O primeiro trabalho lançado foi o álbum “Vida Amarga”, disponível em vinil, CD e plataformas digitais. Falamos dele em nossa matéria sobre a cena atual e o retorno do formato físico no underground. O processo de gravação contou com a produção de Fabio (Hardcaos), que ajudou a moldar o som e trouxe tranquilidade ao processo. O resultado final deixou a banda muito satisfeita, mesmo com a tensão natural de estarem gravando seu primeiro disco completo.

Desde o início, o Trágico sabia que o material deveria sair em formato físico. Primeiro em CD digisleeve, diagramado por Amanda, e depois em vinil, em parceria com selos independentes. Para eles, a parte gráfica é essencial para dar identidade ao trabalho, ajudando a traduzir o clima das músicas. Essa mesma atenção ao visual se estende aos clipes, que são vistos como uma forma de ampliar a mensagem. A banda já lançou três: “Máquinas” e “Monstro em Mim”, gravados e editados de forma independente por Déda, e “Ponta de Faca”, dirigido por Anderson Alonso. Outros dois estão a caminho.

Confira abaixo o clipe de “Monstro em Mim“:

Palco, projetos e bastidores: a vida do Trágico em ação

No palco, o Trágico já viveu momentos importantes, como a participação em eventos como o Metalpunk Overkill, Soco da Fuça Fest e Som Punk na Cidade, além do lançamento de seu primeiro álbum e de seu show de estreia. Agora, se preparam para uma série de apresentações ainda em 2025: 3/10 no Depois Fim do Mundo (SP), 11/10 no DDP Fest (Casa de Cultura Butantã e Mogi das Cruzes), 26/10 no HC Solidário (SP), 9/11 no Porão da Cerveja (SP), 29/11 no Cafundó (SP) e 20/12 no Veganaassoo (SP).

Além da própria trajetória, os integrantes também se dividem em outros projetos. Fernando e Déda fazem parte da Herdeiros do Ódio, enquanto Fejones atua no Tempos de Morte e já passou pela Nuclear Frost. Essas experiências paralelas acabam enriquecendo ainda mais a proposta do Trágico.

Entre as curiosidades da banda, uma das histórias mais marcantes é sobre a música “Monstro em Mim”, que foi gravada sem letra definida. Fernando escreveu os versos posteriormente, inspirado na métrica de “Amor Inimigo”, das Mercenárias, e voltou ao estúdio duas semanas depois para registrar os vocais. O resultado se tornou uma das faixas mais intensas do disco.


Com letras afiadas, energia bruta e uma forte ligação com o underground, o Trágico reforça a relevância do punk paulistano e prova que a chama do “faça você mesmo” segue mais viva do que nunca.

Contato
E-mail: tragicopunk@gmail.com

Redes e Links
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Bad Day, entre o hardcore melódico, resistência e novas tempestades no underground https://www.attackurbano.com.br/2025/09/15/bad-day-hardcore-emocore-curitiba/ https://www.attackurbano.com.br/2025/09/15/bad-day-hardcore-emocore-curitiba/#respond Mon, 15 Sep 2025 04:31:47 +0000 https://www.attackurbano.com.br/?p=1748 A Bad Day mistura a energia do Hardcore Melódico com a intensidade do Emocore, entregando composições honestas que refletem o cotidiano, sentimentos e emoções de forma crua, sem filtros.

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Diretamente de Curitiba/PR, a Bad Day mistura a energia do Hardcore Melódico com a intensidade do Emocore, entregando composições honestas que refletem o cotidiano, sentimentos e emoções de forma crua, sem filtros. A formação conta com Lucas (guitarra e vocal), Berg (guitarra e backing vocal), Evandro (baixo e backing vocal) e Marco (bateria).

A história do grupo remonta a alguns anos, mas foi em novembro de 2024 que a formação atual se consolidou, após um período de hiato. Evandro e Marco, integrantes remanescentes, se reencontraram com Berg — que ensaiava no mesmo estúdio em um horário anterior — e a química musical aconteceu de imediato. Pouco depois, Lucas se juntou ao time, completando a identidade da Bad Day.

Cada integrante traz influências próprias, mas nomes como Basement, Hateen, Samian, Fresno e Menores Atos marcam presença no lado mais emocore. Já na vertente hardcore, referências como Rise Against, Bad Religion, Hot Water Music, The Flatliners, Dead Fish e Sugar Kane ajudam a moldar o estilo. O rap também aparece como inspiração, tanto na escrita quanto na construção das músicas.

As letras nascem de sentimentos que insistem em retornar durante momentos de reflexão ou ócio: pensamentos do tipo “e se eu tivesse feito…?”, questionamentos sobre relacionamentos, persistência, autoconfiança e até desabafos sobre o peso da vida. O contexto social em que vivemos também aparece, sempre com o objetivo de mostrar que, se alguém se identifica com aquelas histórias, não está sozinho — mesmo que seja “chorando no banho escondido pra ninguém ver”, como brinca a banda.

Na bagagem, a Bad Day já tem dois EPs e um single. O primeiro, Sentido Oposto (2023), foi gravado com outra formação e sonoridade. Já com o time atual, vieram o Single Milhas e o EP Navegando na Tempestade, ambos disponíveis no Spotify e em praticamente todas as plataformas de streaming.

Milhas ganhou ainda um clipe produzido de forma totalmente DIY (Do It Yourself), desde a construção do cenário até a direção e edição, realizado pela própria banda com ajuda de amigos e familiares. O resultado pode ser conferido logo abaixo ou no canal oficial do YouTube:

Para o grupo, clipes são indispensáveis no cenário atual. Mais do que uma ferramenta de divulgação, eles são uma forma de mostrar quem está por trás do som e ampliar a mensagem das músicas através do audiovisual. É uma maneira de acrescentar camadas de significado, com elementos visuais e referências que vão além do áudio.


Gravação do EP Navegando na Tempestade


O processo de gravação de Navegando na Tempestade foi intenso. O EP foi registrado no Estúdio Umsó, em São Gonçalo, com produção, gravação, mix e master de Mario Netto (Plastic Fire/Triunfe). Durante quatro dias, os músicos literalmente moraram dentro do estúdio, enfrentando momentos de diversão, estresse e cansaço, sempre com tempo e recursos limitados. Apesar da correria, o resultado superou as expectativas e se tornou motivo de orgulho. Além do trabalho técnico, Mario também hospedou a banda em sua casa e ofereceu todo o suporte necessário, o que rendeu agradecimentos calorosos dos integrantes.

Falando da cena curitibana, a banda reconhece a relevância histórica da cidade dentro do hardcore nacional, especialmente no início dos anos 2000, quando tudo acontecia de forma rudimentar, mas cheio de energia. Se no passado havia exploração de bandas por produtores, hoje esse problema diminuiu bastante. Por outro lado, a cena autoral perdeu espaço diante da ascensão de tributos e covers. Para a Bad Day, embora esse formato tenha seu valor, não é sustentável a longo prazo. O desafio agora é conquistar espaço, furar a bolha dos conhecidos e firmar um público próprio — algo difícil para uma banda independente, mas que eles fazem com paixão.

Os integrantes também carregam experiência de outros projetos. Evandro e Marco seguem na Bad Day há algum tempo, mas Evandro já teve o This Disaster, focado em New Found Glory, enquanto Marco passou pela Dialética. Berg vem da reconhecida All The Postcards, e Lucas integrou a Cannon of Hate, de São Paulo.

Entre os momentos mais marcantes da trajetória, o grupo destaca a gravação do EP, do single e do clipe mais recentes. A vivência intensa no estúdio e a experiência audiovisual trouxeram aprendizados valiosos e marcaram um novo patamar para a banda.



Próximos shows

Na estrada, a banda tem algumas datas confirmadas:
– 04 de outubro: Festival Brava Rock – Angra dos Reis/RJ
– 11 de outubro: Curitiba/PR, ao lado da banda sueca Rebuk

Quem quiser conhecer melhor o trabalho da Bad Day ou até mesmo entrar em contato com os caras, pode conferir os links e contatos abaixo:

Contato
E-mail: badday.show@gmail.com
Tel: (41) 99143-4052 / (41) 99732-4441

Redes e Links
Spotify
Youtube
Instagram

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Do Vinil ao Streaming: Como a Cena Punk/Hardcore se Reinventa na Era Digital https://www.attackurbano.com.br/2025/09/03/do-vinil-ao-streaming-cena-punk-hardcore/ https://www.attackurbano.com.br/2025/09/03/do-vinil-ao-streaming-cena-punk-hardcore/#comments Wed, 03 Sep 2025 05:43:07 +0000 https://www.attackurbano.com.br/?p=1602 A cena hardcore sempre foi mais do que música: é um espaço de expressão, resistência e comunidade. Nos anos 80 e 90, zines, flyers e fitas demo eram a espinha

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A cena hardcore sempre foi mais do que música: é um espaço de expressão, resistência e comunidade. Nos anos 80 e 90, zines, flyers e fitas demo eram a espinha dorsal dessa rede. Cada cópia impressa, cada disco de vinil enviado pelo correio carregava não só música, mas ideais, referências e histórias compartilhadas. O DIY (Do It Yourself) era a regra, e a comunicação entre fãs, bandas e coletivos dependia da criatividade e do esforço individual.

Com a chegada da internet, essa dinâmica mudou radicalmente. Blogs especializados, newsletters independentes e plataformas de streaming permitiram que o hardcore alcançasse públicos que jamais teriam contato físico com as bandas ou zines. Hoje, é possível ouvir uma demo lançada em Los Angeles no início dos anos 2000 em questão de minutos, enquanto se lê entrevistas inéditas de bandas brasileiras ou comenta sobre lançamentos internacionais em fóruns e redes sociais.

Essa transição trouxe desafios e oportunidades. Por um lado, a quantidade de informação é gigantesca — há risco de se perder a curadoria e a profundidade de conteúdo que os zines tradicionais ofereciam. Por outro, abriu espaço para novas vozes e formatos: podcasts sobre a história do punk, playlists colaborativas, transmissões ao vivo de shows e até fóruns que mantêm o espírito comunitário intacto.

O streaming, em especial, mudou como consumimos música. Antes, colecionar discos ou CDs era uma forma de dedicação; hoje, seguir uma banda no Spotify ou ouvir uma playlist no YouTube pode parecer mais fácil, mas ainda preserva o entusiasmo da descoberta. O que mudou foi a velocidade e o alcance: fãs de diferentes continentes podem trocar ideias, organizar shows e apoiar artistas sem barreiras físicas.

Mas, apesar da digitalização, a essência da música underground continua viva: o engajamento, o espírito crítico e a paixão pela música seguem guiando a cena. Plataformas modernas apenas expandiram o ecossistema, mantendo vivo o legado dos zines e do vinil. Para quem acompanha, entender essa evolução é perceber que, mesmo com mudanças tecnológicas, a cultura DIY e o sentimento de comunidade permanecem intactos.

No fim, a cena punk/hardcore nos mostra algo valioso: independente do formato — papel, vinil, MP3 ou streaming — a música e a cultura sempre encontram um jeito de se conectar com quem realmente se importa. E é isso que mantém o punk pulsando, geração após geração.


Exemplos “Recentes” de Lançamentos de Vinil

Para ilustrar como o vinil continua sendo relevante na cena underground, destacamos alguns lançamentos recentes:

Private Function (Austrália): A banda lançou uma edição limitada de seu álbum “¯\(ツ)/¯” com uma capa “scratch and sniff” que supostamente emula o aroma da famosa vela “This Smells Like My Vagina” de Gwyneth Paltrow. A edição foi um sucesso instantâneo, vendendo rapidamente e mostrando como o formato físico pode ser inovador e provocador. Fonte


Alambrada (Colômbia): A banda colombiana lançou o EP “Ríos De Sangre” em vinil, trazendo um thrash hardcore cru e energético que resgata as raízes do gênero. Fonte

Trágico - Vida Amarga

Trágico (Brasil): A banda paulista formada em 2023 lançou o álbum “Vida Amarga” em formato de vinil 12″, trazendo um hardcore punk com letras que refletem sobre a realidade urbana e social. Fonte

Candy (EUA): A banda lançou o álbum “It’s Inside You” com uma mistura de hardcore e elementos eletrônicos, disponível em vinil, mostrando a versatilidade do formato. Fonte

Ataque Zero (Colômbia): Com influências de Eskorbuto e Peligro Social, Ataque Zero lançou o EP “Ciudades”, disponível em vinil, mantendo viva a tradição do punk latino-americano. Fonte

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California Goodbye – Grindcore “Regaço” https://www.attackurbano.com.br/2016/12/08/california-goodbye-grindcore-regaco/ https://www.attackurbano.com.br/2016/12/08/california-goodbye-grindcore-regaco/#respond Thu, 08 Dec 2016 13:16:19 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=1046 Muito tempo sem postar, sem tempo pra tocar pra frente o Attack e sem tempo pra viver com alguns materiais que já estão mofando, algumas entrevistas (de 2015) que já tinha feito

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Muito tempo sem postar, sem tempo pra tocar pra frente o Attack e sem tempo pra viver com alguns materiais que já estão mofando, algumas entrevistas (de 2015) que já tinha feito e não chegaram a ser publicadas, mas agora acredito que isso vai mudar! Então bora colocar logo isso na rede mundial de computadores (WWW)…

Já apresentei aquiScena Zine, o fanzine do meu amigo Júlio Lisboa, e hoje apresento sua banda chamada California Goodbye. Direto de Americana (SP) o California Goodbye é um projeto que começou a um bom tempo como uma banda de “um cara só” mas que só em 2015 saiu do papel. Júlio conta que a ideia desde o início era de ser uma banda diferente das que ele tinha… com diferentes referências de outras bandas o California Goodbye acabou se tornando uma banda Grind. “Como eu não tinha mais uma outra banda pra “tomar meu tempo” comecei a me dedicar em compor os sons, nessa época eu estava ouvindo muito Grindcore, e consequentemente estava bolando uns sons nessa linha… a ordem era explorar coisas novas, e fazer um som regaço, rápido, mas audível!” conta Júlio.

Perguntei ao Júlio de onde veio o nome da banda e ele me explicou que California Goodbye é o nome de um filme de faroeste, de 1977, estrelado por Giulliano Gemma, que conta a história de um ex-guerrilheiro da guerra de recessão Americana, que esta voltando pra sua casa pra reconstruir sua vida. Nesse meio tempo ele faz amizade com um soldado novato que é fatalmente assassinado, depois ele se apaixona pela irmã do soldado, que é raptada e ele vai atrás dos raptores… “Eu e meu irmão assistimos trilhionésimas vezes com nosso pai na nossa infância (ele tinha a fita k7 e sempre colocava pra gente assistir). Escolhi esse nome desde o início porque primeiramente foi uma forma nostálgica de homenagear esse episódio de nossa vida, e porque também acho particularmente um puta nome foda.“.

A Gravação

A gravação

Júlio nos contou como foi toda a ideia e o processo para a primeira gravação da banda: “Marquei a data das gravações, nas minhas férias do trabalho e faculdade, porque assim teria tempo suficiente e sem pausa pra gravar, produzir, criar as coisas, tudo desde o início… Porque até então essas músicas existiam na minha cabeça, nunca havia ensaiado e nem nada, a única coisa que eu tinha além da imaginação, eram os reefs e “melodias” de voz, gravadas no celular com um violão. O processo todo rolou lá no Estúdio RG de Americana e teve a assinatura e produção do Guilherme Malosso, que me ajudou em colocar as ideias em prática, somou com algumas e me ajudou a criar alguns reefs (devido ao meu limitado conhecimento musical hehehehe) e no fim das contas gravou todas as guitarras do cd… Juntei as batucadas do meu irmão, o Adson, nas baterias, e o resultado dos meus 30 dias de férias foi o cd Comeback Home.”.

A intenção com o California Goodbye foi somente em focar nas lembranças do filme e na musicalidade, só!

Capa do cd Comeback Home
California Goodbye – Comeback Home

O California Goodbye teve esse primeiro registro em 2015, o cd intitulado “Comeback Home” que faz alusão ao filme, dentro do fato de os personagens centrais da trama estarem voltando para as suas casas após a guerra. Júlio falou que o cd contou com participação de toda sua gangue… “Nele teve a participação de alguns vocalistas de bandas que eu gosto aqui de Americana, como o Théo do Moana, o Jeh que cantava no Minottauro, o Dani que canta no True Hell, o Yuri que faz vocal no Scream of Mendes e também trabalha no RG, o Wesley e o Rafael que são integrantes em outra banda que eu tenho (Again) mas que não cantam em porra nenhuma e eu chamei pra participar e também teve a participação de outro amigo que não canta em nenhuma banda mas que curte muito umas sonzeiras que se chama Fernando.”.

See You Soon, Willie Preston

O primeiro contato que eu tive com o California Goodbye foi através do clipe “See You Soon Willie Preston” quando Júlio compartilhou no Facebook e foi rindo muito que curti o som mas não deixando de reparar que por trás da zoeira havia aquele peso e velocidade que particularmente eu curto muito então resolvi ouvir/procurar mais na época… Confira o clipe:

Júlio explica qual foi a inspiração pra essa super produção: “Desde o início a ideia nesse projeto era de fazer clipes de zoeira, eu sempre fui muito fã de Hermes & Renato e por anos entre as conversas e brincadeiras com meus amigos mais próximos, sempre criávamos alguns personagens imaginários, baseados algumas situações reais de nossas vidas, ou não, coisa de tonto mesmo… e entre essas “imaginações” a gente ficava pensando tipo em um “Black Metal Brasileiro”, manja? Meio que um cara padrão, que trabalha dia de semana em um trampo comum, e no final de semana ele se “fantasia” e vira um puta dum rockerão rebelde (tem muita gente que é assim). Aí ficávamos imaginando ele fazendo coisas normais, coisas de brasileiros, tipo indo dar rolê de bike no centro , comer pastel no mercadão, tomar cerveja, essas coisas… Foi aí que meus amigos Miguel e Rafael da Fakker Films toparam abraçar essa ideia e gravar o clipe.“.

Você pode conferir mais sobre o California Goodbye nos seguintes links das redes sociais ou também ouvir/baixar o cd “Comeback Home”:

Facebook
Youtube
Bandcamp
Tumblr
Dropbox (download)

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Mini Documentário “Onde está o Emo no Brasil?” https://www.attackurbano.com.br/2016/11/22/mini-documentario-onde-esta-o-emo-no-brasil/ https://www.attackurbano.com.br/2016/11/22/mini-documentario-onde-esta-o-emo-no-brasil/#respond Tue, 22 Nov 2016 19:54:02 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=1016 Há quem diga que o Emo morreu, mas para os verdadeiros emos que viveram a época mainstream e não aceitavam o que a mídia passava sobre o “estilo” isso não é

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Há quem diga que o Emo morreu, mas para os verdadeiros emos que viveram a época mainstream e não aceitavam o que a mídia passava sobre o “estilo” isso não é verdade. E esse é o foco do mini documentário Onde está o Emo no Brasil? resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do estudante/jornalista Matheus Muniz.

Segundo Matheus: “A ideia do projeto foi mostrar onde está o Emo no Brasil hoje, depois de ser uma dos gêneros mais comentados nos últimos anos, ele acabou esquecido pelo grande público e muitos acham que ele acabou, mas na verdade ele está mais vivo que nunca no cenário independente e com muitas bandas relevantes e que geralmente o grande público não conhece.”. Ele também disse que essa é uma versão acadêmica e que pretende continuar a ideia em forma de um longa-metragem.

O “doc” conta com entrevistas da galera do cenário brasileiro Capilé (Water Rats, Sugar Kane), Fausto (Good Intentions, Dance Of Days) e Shamil (Faca Preta, Horace Green).

Confira o documentário:

Quem quiser entrar em contato com o Matheus e/ou saber mais informações é só conferir os links:
Facebook
Youtube
E-mail

 

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Comsequência – O peso maringaense https://www.attackurbano.com.br/2015/11/06/comsequencia/ https://www.attackurbano.com.br/2015/11/06/comsequencia/#respond Fri, 06 Nov 2015 17:28:04 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=919 Já apresentamos aqui o documentário Moshada, sobre a cena Hardcore de Maringá (PR) e hoje trazemos uma das bandas presentes neste vídeo: a Comsequência. Formada em 2010 por Gary, Eduardo e

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apresentamos aqui o documentário Moshada, sobre a cena Hardcore de Maringá (PR) e hoje trazemos uma das bandas presentes neste vídeo: a Comsequência.

Formada em 2010 por Gary, Eduardo e Allan com a proposta de “ter um meio de falar nossas vontades e tocar o estilo de música que quisermos, totalmente autoral” a Comsequência apresenta um som que vai do Hardcore ao Metal com as influências que os membros tem de algumas bandas como Parkway Drive, Sick Of It All, Close Your Eyes, Ratos de Porão entre muitas outras. Gary conta que teve a ideia de formar uma banda para soltar pra fora tudo o que queria falar sobre sua visão de mundo, de relacionamentos, religião e política, então foi atrás de músicos “com as mesmas ideias e influências”. Hoje a banda conta com a seguinte formação: Eduardo Rodrigo o “Du” nos vocais, Silvio de Carvalho Jr e Firmino Jr nas guitarras, Cesar Azevedo o “Gary” no baixo e nos vocais e Allan Ribeiro o “Loverman” na bateria e nos vocais.

Capa do EP Novo Mundo de 2013
EP Novo Mundo de 2013

Em 2011 a Comsequência lançou seu primeiro EP intitulado “Para Todos Aqueles que Não Vivem o Aqui e o Agora” e mais tarde lançaram três singles: “Novo Mundo”, “Evolução” e “Iluminado”. A banda conta que está em fase de finalização da produção de seu primeiro CD que contará com 10 músicas, previsto para ser lançado no primeiro semestre de 2016 com clipe e boa divulgação. Confira as músicas no bandcamp ou soundcloud da banda.

Capa do EP Iluminado de 2014
EP Iluminado de 2014

A Comsequência trás letras motivadoras, Du o vocalista nos conta que sempre tenta escrever sobre mensagens positivas pois “As pessoas estão precisando entender que o mundo tá um inferno e que devem mudar isso, a partir de si, de dentro pra fora: primeiro você, depois os outros.” e Alan também afirma “As letras são feitas para as pessoas acreditarem em si mesmas, até mesmo sua fé pessoal, sua espiritualidade, o bem interior, sem deixar de lado a crítica político social sob uma perspectiva pessoal e coletivo.”.

As pessoas estão precisando entender que o mundo tá um inferno e que devem mudar isso, a partir de si, de dentro pra fora: primeiro você, depois os outros.

Em sua página do vimeo a banda explica o significado do nome: A ideia do nome “Comsequência” vai muito além do literal. A junção das palavras “Com” e Sequência” remetem a concepção das “consequências” que devemos encarar, como resultado de nossas escolhas no caminho da vida (por isso, “Com Sequência”, a vida segue um caminho, uma sequência).

Quando pergunto sobre como eles analisam a cena local Gary diz “É complicado dizer que a nossa cena está na melhor fase, pois é a única cena da qual eu participei e participo, mas já teve outros tempos onde muita coisa boa aconteceu no cenário Hardcore/Punk…” e completa com “O que posso dizer é que a cena está ótima porque nunca antes havia estilos diferentes de grupos e bandas se unindo para fortalecer a busca por espaço e público, todas com a mesma ideia: mudar o mundo ao nosso redor.”. Alan o baterista logo diz “Falar sobre a cena é uma coisa chata, porque é óbvio que as pessoas vão achar que a gente vai puxar a mesa pra gente, e achar que nós somos os oprimidos por reclamar… Eu acho a cena uma vergonha: banda cover tem cachê de R$2.000,00 mais todo o bar… E as bandas que fazem o corre autoral, necessitam de suporte para ensaiar, para equipamentos, viagens, merchandising, tudo por amor pela sua música própria…”.

Gary também desabafa sobre a situação do público da capital paranaense “Percebemos que em Curitiba é que parece que o público, e até algumas bandas, fazem pouco caso com o que rola no interior. Eles ficam mais ligados na cena dentre as capitais do Brasil e ignoram o que acontece em outros nichos…”. Ele também comenta sobre quando tocaram na cidade “Lembro de conversar com algumas pessoas no primeiro show da Comsequência em Curitiba, e muitos nem sabiam que rola um movimento no interior do Paraná” – o que é uma pena!

Confira abaixo o clipe da música “Evolução”:

Apesar desta situação eles comentam que sempre buscam ser ativos na cena de sua região, comparecendo e apoiando eventos de Rap, Hip Hop, Punk Rock, Grindcore, Metal e eventos culturais colaborativos, causas sociais, filantrópicas, etc. “Já organizamos vários eventos independentes, em parceria com bandas amigas, mas nos últimos tempos tem sido difícil conseguir espaço em casas de shows na região… Buscamos espaços alternativos, como ruas, praças, espaços improvisados em estúdios, salões, para tocar e mostrar nossas ideias em festas colaborativas, e por vezes, beneficentes.”.

Alguns membros da Comsequência também participam de outros projetos musicais, Du também é vocalista da banda de Hardcore melódico Quarentine, Silvio é baixista da banda de Rock alternativo Erasmo Vive e Allan também é baterista na Drawtheline, todas, bandas de Maringá (PR).

Como mensagem para a galera Allan diz “Eu tenho esperança para que a cena regional e nacional melhora, que tenha mais interessados, mais públicos, mais pessoas do meio interessadas em crescer, em fazer acontecer, isso seria muito importante.”. E Gary também solta “Para o público em geral, que gosta de som pesado, mensagem direta e DIY, façam acontecer, não seja como o personagem da música ‘O Rebelde Virtual’ da banda PENSE. A cena, as bandas, precisam que o contexto cultural do Hardcore e Metal mude, que as bandas possam ser reconhecidas e apoiadas, com gente comparecendo aos shows, consumindo o merch e riscando o CD (ou o HD) de tanto ouvir as músicas, e absorver de verdade a mensagem proposta, de igualdade, respeito, motivação, cooperação, de um mundo melhor.”.

Para quem quiser conferir mais sobre o Comsequência ou entrar em contato deixamos listamos aqui os links das redes sociais da banda:

Facebook
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Instagram
Youtube
Vimeo
Bandcamp
Soundcloud

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Hurry Up – O “Pop Punk” Do It Yourself https://www.attackurbano.com.br/2015/10/20/hurry-up-o-pop-punk-do-it-yourself/ https://www.attackurbano.com.br/2015/10/20/hurry-up-o-pop-punk-do-it-yourself/#respond Tue, 20 Oct 2015 05:00:56 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=883 Hoje é a vez do Hurry Up a se apresentar por aqui, galera do Punk Rock diretamente de Americana (SP) que já está há quase 10 anos na estrada. A banda

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Hoje é a vez do Hurry Up a se apresentar por aqui, galera do Punk Rock diretamente de Americana (SP) que já está há quase 10 anos na estrada.

A banda nos contou que surgiu em 2006 com o nome Dirty Boys, onde se reuniram para tocar em um festival escolar e tinham uma proposta mais para o Street Punk, após alguns meses decidiram mudar o nome da banda, bem como sua proposta musical. “O nome Hurry up vem de uma música da banda Lagwagon…”. Bandas como Millencolin, The Get Up Kids, Jimmy Eat World, entre outras, além de bandas nacionais como Dance Of days e Maguerbes são bandas que os influenciaram “não só musicalmente… mas também na maneira de agir e pensar, levando a atitude além dos palcos.”. Eles ainda afirmam que “Apesar de muita coisa influenciar em nosso som e da dificuldade em classificarmos isso, diria que somos uma banda de Punk Rock Melódico e Pop Punk com muita influência do emocore das décadas de 90 e 00.”.

Capa do álbum Ambulance Field Service de 2013
Hurry Up – Ambulance Field Service – 2013

O Hurry UP conta com Bruno e Lucas nas guitarras e nos vocais, Carlos Henrique no Baixo e Claudio Cestare Jr. na bateria. A banda traz em sua caminhada o álbum “Ambulance Field Service” que conta com 9 faixas lançado em 2013 e o split “Escolha Suas Armas” de 2014, juntamente com seus amigos do Dinamite Club de São Paulo (SP). Além dos primeiros registros “não oficiais” como os EP’s “Versos” (2008) e “Versões” (2011). Quem quiser conferir o álbum e o split pode acessar o soundcloud da banda ou baixar neste link.

Capa do split Escolha Suas Armas de 2014
Hurry Up e Dinamite Club – Escolha Suas Armas – 2014

Ainda nos contam que estão em fase de composição de um novo registro que por enquanto não tem previsão de lançamento “…mas deve ser breve”.

O Hurry Up nos disse que suas letras têm uma abordagem mais expressiva do que explicitamente posicionada. “Escrevemos sobre relações humanas de todo tipo, entre seres humanos, entre o ser humano e a sociedade, entre o ser humano e si mesmo e entre o ser humano e o Estado. Procuramos relatar a experiência humana de uma forma subjetiva e internalizada, promovendo o respeito e igualdade entre todos os seres humanos. Em resumo, falamos de sentimentos e repudiamos qualquer tipo de comportamento preconceituoso.”.

“Em resumo, falamos de sentimentos e repudiamos qualquer tipo de comportamento preconceituoso.”

Quando perguntamos sobre a cena local o Hurry Up logo nos conta que “A cena musical Americanense sempre foi muito forte e diversificada. Sempre houve eventos independentes e bandas de diferentes estilos alternativos convivendo em comunidade e cumplicidade…”. E também ressaltam que há uns 3 anos não haviam mais eventos de música alternativa na cidade “mas essa situação se reverteu e podemos dizer com orgulho que fomos parte dessa ascendente de eventos na cidade, com a iniciativa de começarmos a organizar eventos para suprir a carência que existia na época… Hoje existem diferentes iniciativas DIY (Do It Yourself) para difundir a música e a arte em geral em Americana e vivemos um momento mais ativo culturalmente.”.

O Hurry Up afirma que estão engajados com a produção do HUP Fest (evento que eles mesmos organizam há 3 anos) trazendo bandas de fora para a região de Americana e fomentando a cena local. E também nos dizem que “A motivação veio da dificuldade encontrada pra tocar na nossa própria cidade, desde a falta de estrutura de alguns locais, até a falta de caráter de alguns, que vêem nas bandas a possibilidade de lucro. O fato de sermos organizadores de eventos realmente nos abriu muitas portas para a construção de relacionamentos com outras bandas e para oportunidades de shows nos mais diversos lugares do país. “.

Confira abaixo o video clipe da música “Universal”:

O canal no youtube do Hurry Up possui vários vídeos/clipes e shows e estão sempre produzindo material novo, perguntamos qual a importância dos vídeos para a banda e eles logo respondem “vimos nos clipes a possibilidade de nos divertimos um pouco mais e irmos um pouco além dos ouvidos das pessoas. “. Todos os clipes do Hurry Up são produzidos por eles mesmos e com a  ajuda de fãs e amigos. “Já realizamos três produções e acreditamos que nossos clipes representam muito a pegada da banda (musicalmente e ideologicamente falando)…”. Eles contam que estão “no gás” para continuar a produzir o próprio material e que no momento estão pedindo a colaboração dos amigos com vídeos de seus animais de estimação. Quem quiser saber como participar do clipe pode clicar aqui.

Para encerrar nossa entrevista, o Hurry Up deixa a seguinte mensagem para a galera:

“Sempre gostamos de terminar as entrevistas enfatizando a importância do comparecimento das pessoas nos shows de bandas autorais. Existe uma cultura de roqueiros de internet que não é nada benéfica para o cenário musical, por isso sempre pedimos ao pessoal que gosta de punk/hardcore/metal/folk/indie que fortaleçam a cena do local onde moram comparecendo aos shows, montando bandas, fazendo zines, filmando shows, tirando fotos e etc. O punk/hardcore é muito mais divertido visto de dentro e quanto mais você dá, mais você recebe.”

Quem quiser conferir mais sobre o Hurry Up ou entrar em contato pode acessar os seguintes links:

Site Oficial
Facebook
Youtube
Soundcloud

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CD Fuerza – Resistência https://www.attackurbano.com.br/2015/09/30/cd-fuerza-resistencia/ https://www.attackurbano.com.br/2015/09/30/cd-fuerza-resistencia/#respond Wed, 30 Sep 2015 19:15:01 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=871 Já apresentamos aqui o Fuerza, banda de Hardcore diretamente de Santos (SP), e conforme nos contaram iriam entrar em estúdio para começar a gravação de seu novo álbum, ao qual lançaram

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apresentamos aqui o Fuerza, banda de Hardcore diretamente de Santos (SP), e conforme nos contaram iriam entrar em estúdio para começar a gravação de seu novo álbum, ao qual lançaram no último dia 28 (setembro). O álbum intitulado “Resistência” conta com 10 faixas de qualidade, mantendo as letras diretas e o peso da banda.

Confira abaixo o CD completo disponibilizado gratuitamente pela banda ou acesse a página do álbum no bandcamp.

 

 

Quem quiser ainda pode baixar o cd gratuitamente neste link do 4shared, se você ainda não conferiu a matéria do Fuerza no Attack Urbano clique aqui, e confira mais no Facebook da banda.

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Mustaphorius – Crossover, Bebidas e Mosh! https://www.attackurbano.com.br/2015/08/26/mustaphorius-crossover-bebidas-e-mosh/ https://www.attackurbano.com.br/2015/08/26/mustaphorius-crossover-bebidas-e-mosh/#respond Thu, 27 Aug 2015 02:54:33 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=835 Hoje trazemos a Mustaphorius, banda curitibana de Crossover que desde 2008 faz um barulho pra galera “moshar” a vontade. Com influências de bandas como Suicidal Tendencies, Ratos de Porão, D.R.I,

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Hoje trazemos a Mustaphorius, banda curitibana de Crossover que desde 2008 faz um barulho pra galera “moshar” a vontade. Com influências de bandas como Suicidal Tendencies, Ratos de Porão, D.R.I, entre outras, a Mustaphorius conta que começaram “como a maioria das bandas, amigos de colégio…”. A banda traz em sua formação Jhow nos vocais, Dudu e Arnold nas guitarras, Cabelo no baixo e Noan na bateria.

Capa do Ep "Bebidas e Mosh"
Ep “Bebidas e Mosh”

Em 2010 lançaram o EP “Bebidas e Mosh” que conta com 5 faixas na pegada metal-punk “old escola”, e segundo eles a inspiração das letras “Depende muito do humor na hora de escrever. Vai da revolta do que está acontecendo com o mundo, até as “festinhas” de final de semana com os amigos.” e também que a mensagem que tentam passar para o público é “De como o ser humano é uma bosta, um querendo foder o outro…”.

Além do EP, o Mustaphorius conta com o single “Arte Marginal” e a demo “RxFxOxB”, e ainda prometem lançar seu primeiro cd este ano, que será intitulado “Homem Horrível”.

Quem quiser conferir os sons mencionados pode acessar o bandcamp da banda.

Ao perguntarmos sobre como eles analisam a cena local logo dizem “Está cada vez melhor, aparecendo várias bandas fodas, e o público colando nos roles. Esperamos que continue assim…” e que estão cada vez mais ganhando espaço “mas lógico nunca sozinho”, sempre fortalecendo com bandas amigas.

Confira abaixo o Mustaphorius tocando a música “República Federativa da Ofensa Brasileira” no Studio Tenda:


Crossover e pinga com limão

A galera do Mustaphorius nos contou uma história engraçada que rolou há alguns meses atrás, quando foram convidados a tocar em uma chácara em Pinhais (PR) em uma suposta festa de um motoclube. Quando chegaram no local não havia nenhum motociclista, pois era uma festa de família, onde a música que rolava era sertaneja.

“Ficamos meio que preocupados, e realmente com vergonha, pois as pessoas olhavam do pé a cabeça pra nós…” contam como se sentiram com o ocorrido, e que no final de tudo “…Rolou até bate cabeça com as tias e tios (risos), e tivemos uma recepção muito boa. Maionese, salada e pinga com limão era mato! Pena que no final rolou briga entre as famílias.”.


Quem quiser conferir mais sobre o Mustaphorius pode acessar os links abaixo ou entrar em contato através do e-mail mustainthehouse@gmail.com.

Facebook
Bandcamp
Soundclound

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EP Raiz 83 – Bem Vindo Ao Lado Norte https://www.attackurbano.com.br/2015/07/12/ep-raiz-83-bem-vindo-ao-lado-norte/ https://www.attackurbano.com.br/2015/07/12/ep-raiz-83-bem-vindo-ao-lado-norte/#respond Sun, 12 Jul 2015 23:56:36 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=761 Já apresentamos aqui o Raiz 83, banda de Hardcore/Rap de Colombo, PR. E hoje apresentamos o seu primeiro EP lançado no último dia 7 (julho) denominado “Bem Vindo Ao Lado

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apresentamos aqui o Raiz 83, banda de Hardcore/Rap de Colombo, PR. E hoje apresentamos o seu primeiro EP lançado no último dia 7 (julho) denominado “Bem Vindo Ao Lado Norte”.  O EP conta com 6 faixas, 5 inéditas além do single já lançado “Realidade da Rua”.

Confira abaixo o EP de peso do Raiz 83, ou acesse a página do álbum no bandcamp da banda.

 

 

Se você ainda não conferiu a matéria do Raiz 83 no Attack Urbano clique aqui, e confira mais no Facebook e Twitter da banda.

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