Arquivo de Punk Rock - Attack Urbano https://www.attackurbano.com.br/tag/punk-rock/ Cultura Underground Mon, 06 Oct 2025 20:33:48 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://www.attackurbano.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-icone-granada-32x32.png Arquivo de Punk Rock - Attack Urbano https://www.attackurbano.com.br/tag/punk-rock/ 32 32 Bay Area Estúdios Apresenta https://www.attackurbano.com.br/2025/10/06/bay-area-estudios-apresenta/ https://www.attackurbano.com.br/2025/10/06/bay-area-estudios-apresenta/#respond Mon, 06 Oct 2025 20:28:52 +0000 https://www.attackurbano.com.br/?p=2093 LINE-UP PESADO E CAUSA NOBRE!  ​Prepare-se para uma noite de rock autoral no Bay Area Estúdios com as bandas: ONE LAST HOPETHE UPPERGROUNDSELFDRIVEOVERLAP ​O rolê é SOLIDÁRIO: a entrada é

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LINE-UP PESADO E CAUSA NOBRE! 

​Prepare-se para uma noite de rock autoral no Bay Area Estúdios com as bandas:

ONE LAST HOPE
THE UPPERGROUND
SELFDRIVE
OVERLAP

​O rolê é SOLIDÁRIO: a entrada é 1 kg de alimento não perecível que será doado integralmente para o Abrigo Bezerra de Menezes, que cuida de idosos na Penha. Sua presença faz a diferença!

Data: Sabádo – 18/10/2025

Início: 18h

Local: Av. Zelina, 1305 – Vila Prudente – São Paulo – SP
​Venha curtir o som e fazer o bem! Compartilhe!

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Do caos de São Paulo ao underground, o som brutal do Trágico https://www.attackurbano.com.br/2025/09/17/tragico-punk-sao-paulo/ https://www.attackurbano.com.br/2025/09/17/tragico-punk-sao-paulo/#respond Wed, 17 Sep 2025 23:51:56 +0000 https://www.attackurbano.com.br/?p=1819 Diretamente de São Paulo, o Trágico traz o som brutal do punk com letras afiadas que refletem o caos urbano e a resistência do underground. Conheça o álbum Vida Amarga, clipes e os shows da banda.

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Diretamente de São Paulo/SP, o Trágico surge como uma das vozes intensas do punk nacional. Formada por Fernando (vocal), Amanda (baixo), Fejones (guitarra) e Déda (bateria), a banda carrega no som a crueza do punk, com letras afiadas que refletem um mundo injusto e a energia de quem encontra na música uma forma de resistência e expressão.

A história começou quando Déda e Amanda decidiram dar vida a um novo projeto. O grupo ganhou forma com a chegada de Fernando e, posteriormente, de Fejones, que trouxe novas referências e ajudou a consolidar a identidade atual. Definir o estilo do Trágico passa inevitavelmente pelo punk. Como a própria banda afirma, esse rótulo já diz muito, mas eles não se limitam a subgêneros, preferindo mesclar tudo o que os inspira. No fim, brincam dizendo que o resultado é “Punk BR”.

As influências são vastas: do Reino Unido dos anos 80 ao Hardcore japonês e sueco, passando pela força sul-americana. Mas é no Brasil que encontram sua maior base, com inspirações de Restos de Nada, Inocentes, Cólera, DZK e de Ratos de Porão em sua fase punk. Além disso, as vivências em outras bandas também ajudam a moldar a sonoridade. O resultado é um som direto, cru e intenso.

As letras, por sua vez, refletem o peso da realidade: guerras, violência policial, desigualdade social e a falta de perspectiva de futuro. Em algumas músicas, o tom é mais existencialista e autobiográfico, como em “Monstro em Mim” e “Vida Amarga”. Outras faixas, como “Mausoléu”, “Máquinas” e “Me Fuder”, exploram as incertezas do amanhã. Para a banda, existir nesse contexto já é um ato político, e a mensagem é clara: mesmo diante do caos, é preciso resistir, se manter de pé e incomodar.


Do vinil aos clipes: identidade visual e som do Trágico

O primeiro trabalho lançado foi o álbum “Vida Amarga”, disponível em vinil, CD e plataformas digitais. Falamos dele em nossa matéria sobre a cena atual e o retorno do formato físico no underground. O processo de gravação contou com a produção de Fabio (Hardcaos), que ajudou a moldar o som e trouxe tranquilidade ao processo. O resultado final deixou a banda muito satisfeita, mesmo com a tensão natural de estarem gravando seu primeiro disco completo.

Desde o início, o Trágico sabia que o material deveria sair em formato físico. Primeiro em CD digisleeve, diagramado por Amanda, e depois em vinil, em parceria com selos independentes. Para eles, a parte gráfica é essencial para dar identidade ao trabalho, ajudando a traduzir o clima das músicas. Essa mesma atenção ao visual se estende aos clipes, que são vistos como uma forma de ampliar a mensagem. A banda já lançou três: “Máquinas” e “Monstro em Mim”, gravados e editados de forma independente por Déda, e “Ponta de Faca”, dirigido por Anderson Alonso. Outros dois estão a caminho.

Confira abaixo o clipe de “Monstro em Mim“:

Palco, projetos e bastidores: a vida do Trágico em ação

No palco, o Trágico já viveu momentos importantes, como a participação em eventos como o Metalpunk Overkill, Soco da Fuça Fest e Som Punk na Cidade, além do lançamento de seu primeiro álbum e de seu show de estreia. Agora, se preparam para uma série de apresentações ainda em 2025: 3/10 no Depois Fim do Mundo (SP), 11/10 no DDP Fest (Casa de Cultura Butantã e Mogi das Cruzes), 26/10 no HC Solidário (SP), 9/11 no Porão da Cerveja (SP), 29/11 no Cafundó (SP) e 20/12 no Veganaassoo (SP).

Além da própria trajetória, os integrantes também se dividem em outros projetos. Fernando e Déda fazem parte da Herdeiros do Ódio, enquanto Fejones atua no Tempos de Morte e já passou pela Nuclear Frost. Essas experiências paralelas acabam enriquecendo ainda mais a proposta do Trágico.

Entre as curiosidades da banda, uma das histórias mais marcantes é sobre a música “Monstro em Mim”, que foi gravada sem letra definida. Fernando escreveu os versos posteriormente, inspirado na métrica de “Amor Inimigo”, das Mercenárias, e voltou ao estúdio duas semanas depois para registrar os vocais. O resultado se tornou uma das faixas mais intensas do disco.


Com letras afiadas, energia bruta e uma forte ligação com o underground, o Trágico reforça a relevância do punk paulistano e prova que a chama do “faça você mesmo” segue mais viva do que nunca.

Contato
E-mail: tragicopunk@gmail.com

Redes e Links
Bandcamp
Spotify
YouTube
Instagram
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Do Vinil ao Streaming: Como a Cena Punk/Hardcore se Reinventa na Era Digital https://www.attackurbano.com.br/2025/09/03/do-vinil-ao-streaming-cena-punk-hardcore/ https://www.attackurbano.com.br/2025/09/03/do-vinil-ao-streaming-cena-punk-hardcore/#comments Wed, 03 Sep 2025 05:43:07 +0000 https://www.attackurbano.com.br/?p=1602 A cena hardcore sempre foi mais do que música: é um espaço de expressão, resistência e comunidade. Nos anos 80 e 90, zines, flyers e fitas demo eram a espinha

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A cena hardcore sempre foi mais do que música: é um espaço de expressão, resistência e comunidade. Nos anos 80 e 90, zines, flyers e fitas demo eram a espinha dorsal dessa rede. Cada cópia impressa, cada disco de vinil enviado pelo correio carregava não só música, mas ideais, referências e histórias compartilhadas. O DIY (Do It Yourself) era a regra, e a comunicação entre fãs, bandas e coletivos dependia da criatividade e do esforço individual.

Com a chegada da internet, essa dinâmica mudou radicalmente. Blogs especializados, newsletters independentes e plataformas de streaming permitiram que o hardcore alcançasse públicos que jamais teriam contato físico com as bandas ou zines. Hoje, é possível ouvir uma demo lançada em Los Angeles no início dos anos 2000 em questão de minutos, enquanto se lê entrevistas inéditas de bandas brasileiras ou comenta sobre lançamentos internacionais em fóruns e redes sociais.

Essa transição trouxe desafios e oportunidades. Por um lado, a quantidade de informação é gigantesca — há risco de se perder a curadoria e a profundidade de conteúdo que os zines tradicionais ofereciam. Por outro, abriu espaço para novas vozes e formatos: podcasts sobre a história do punk, playlists colaborativas, transmissões ao vivo de shows e até fóruns que mantêm o espírito comunitário intacto.

O streaming, em especial, mudou como consumimos música. Antes, colecionar discos ou CDs era uma forma de dedicação; hoje, seguir uma banda no Spotify ou ouvir uma playlist no YouTube pode parecer mais fácil, mas ainda preserva o entusiasmo da descoberta. O que mudou foi a velocidade e o alcance: fãs de diferentes continentes podem trocar ideias, organizar shows e apoiar artistas sem barreiras físicas.

Mas, apesar da digitalização, a essência da música underground continua viva: o engajamento, o espírito crítico e a paixão pela música seguem guiando a cena. Plataformas modernas apenas expandiram o ecossistema, mantendo vivo o legado dos zines e do vinil. Para quem acompanha, entender essa evolução é perceber que, mesmo com mudanças tecnológicas, a cultura DIY e o sentimento de comunidade permanecem intactos.

No fim, a cena punk/hardcore nos mostra algo valioso: independente do formato — papel, vinil, MP3 ou streaming — a música e a cultura sempre encontram um jeito de se conectar com quem realmente se importa. E é isso que mantém o punk pulsando, geração após geração.


Exemplos “Recentes” de Lançamentos de Vinil

Para ilustrar como o vinil continua sendo relevante na cena underground, destacamos alguns lançamentos recentes:

Private Function (Austrália): A banda lançou uma edição limitada de seu álbum “¯\(ツ)/¯” com uma capa “scratch and sniff” que supostamente emula o aroma da famosa vela “This Smells Like My Vagina” de Gwyneth Paltrow. A edição foi um sucesso instantâneo, vendendo rapidamente e mostrando como o formato físico pode ser inovador e provocador. Fonte


Alambrada (Colômbia): A banda colombiana lançou o EP “Ríos De Sangre” em vinil, trazendo um thrash hardcore cru e energético que resgata as raízes do gênero. Fonte

Trágico - Vida Amarga

Trágico (Brasil): A banda paulista formada em 2023 lançou o álbum “Vida Amarga” em formato de vinil 12″, trazendo um hardcore punk com letras que refletem sobre a realidade urbana e social. Fonte

Candy (EUA): A banda lançou o álbum “It’s Inside You” com uma mistura de hardcore e elementos eletrônicos, disponível em vinil, mostrando a versatilidade do formato. Fonte

Ataque Zero (Colômbia): Com influências de Eskorbuto e Peligro Social, Ataque Zero lançou o EP “Ciudades”, disponível em vinil, mantendo viva a tradição do punk latino-americano. Fonte

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Hurry Up – O “Pop Punk” Do It Yourself https://www.attackurbano.com.br/2015/10/20/hurry-up-o-pop-punk-do-it-yourself/ https://www.attackurbano.com.br/2015/10/20/hurry-up-o-pop-punk-do-it-yourself/#respond Tue, 20 Oct 2015 05:00:56 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=883 Hoje é a vez do Hurry Up a se apresentar por aqui, galera do Punk Rock diretamente de Americana (SP) que já está há quase 10 anos na estrada. A banda

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Hoje é a vez do Hurry Up a se apresentar por aqui, galera do Punk Rock diretamente de Americana (SP) que já está há quase 10 anos na estrada.

A banda nos contou que surgiu em 2006 com o nome Dirty Boys, onde se reuniram para tocar em um festival escolar e tinham uma proposta mais para o Street Punk, após alguns meses decidiram mudar o nome da banda, bem como sua proposta musical. “O nome Hurry up vem de uma música da banda Lagwagon…”. Bandas como Millencolin, The Get Up Kids, Jimmy Eat World, entre outras, além de bandas nacionais como Dance Of days e Maguerbes são bandas que os influenciaram “não só musicalmente… mas também na maneira de agir e pensar, levando a atitude além dos palcos.”. Eles ainda afirmam que “Apesar de muita coisa influenciar em nosso som e da dificuldade em classificarmos isso, diria que somos uma banda de Punk Rock Melódico e Pop Punk com muita influência do emocore das décadas de 90 e 00.”.

Capa do álbum Ambulance Field Service de 2013
Hurry Up – Ambulance Field Service – 2013

O Hurry UP conta com Bruno e Lucas nas guitarras e nos vocais, Carlos Henrique no Baixo e Claudio Cestare Jr. na bateria. A banda traz em sua caminhada o álbum “Ambulance Field Service” que conta com 9 faixas lançado em 2013 e o split “Escolha Suas Armas” de 2014, juntamente com seus amigos do Dinamite Club de São Paulo (SP). Além dos primeiros registros “não oficiais” como os EP’s “Versos” (2008) e “Versões” (2011). Quem quiser conferir o álbum e o split pode acessar o soundcloud da banda ou baixar neste link.

Capa do split Escolha Suas Armas de 2014
Hurry Up e Dinamite Club – Escolha Suas Armas – 2014

Ainda nos contam que estão em fase de composição de um novo registro que por enquanto não tem previsão de lançamento “…mas deve ser breve”.

O Hurry Up nos disse que suas letras têm uma abordagem mais expressiva do que explicitamente posicionada. “Escrevemos sobre relações humanas de todo tipo, entre seres humanos, entre o ser humano e a sociedade, entre o ser humano e si mesmo e entre o ser humano e o Estado. Procuramos relatar a experiência humana de uma forma subjetiva e internalizada, promovendo o respeito e igualdade entre todos os seres humanos. Em resumo, falamos de sentimentos e repudiamos qualquer tipo de comportamento preconceituoso.”.

“Em resumo, falamos de sentimentos e repudiamos qualquer tipo de comportamento preconceituoso.”

Quando perguntamos sobre a cena local o Hurry Up logo nos conta que “A cena musical Americanense sempre foi muito forte e diversificada. Sempre houve eventos independentes e bandas de diferentes estilos alternativos convivendo em comunidade e cumplicidade…”. E também ressaltam que há uns 3 anos não haviam mais eventos de música alternativa na cidade “mas essa situação se reverteu e podemos dizer com orgulho que fomos parte dessa ascendente de eventos na cidade, com a iniciativa de começarmos a organizar eventos para suprir a carência que existia na época… Hoje existem diferentes iniciativas DIY (Do It Yourself) para difundir a música e a arte em geral em Americana e vivemos um momento mais ativo culturalmente.”.

O Hurry Up afirma que estão engajados com a produção do HUP Fest (evento que eles mesmos organizam há 3 anos) trazendo bandas de fora para a região de Americana e fomentando a cena local. E também nos dizem que “A motivação veio da dificuldade encontrada pra tocar na nossa própria cidade, desde a falta de estrutura de alguns locais, até a falta de caráter de alguns, que vêem nas bandas a possibilidade de lucro. O fato de sermos organizadores de eventos realmente nos abriu muitas portas para a construção de relacionamentos com outras bandas e para oportunidades de shows nos mais diversos lugares do país. “.

Confira abaixo o video clipe da música “Universal”:

O canal no youtube do Hurry Up possui vários vídeos/clipes e shows e estão sempre produzindo material novo, perguntamos qual a importância dos vídeos para a banda e eles logo respondem “vimos nos clipes a possibilidade de nos divertimos um pouco mais e irmos um pouco além dos ouvidos das pessoas. “. Todos os clipes do Hurry Up são produzidos por eles mesmos e com a  ajuda de fãs e amigos. “Já realizamos três produções e acreditamos que nossos clipes representam muito a pegada da banda (musicalmente e ideologicamente falando)…”. Eles contam que estão “no gás” para continuar a produzir o próprio material e que no momento estão pedindo a colaboração dos amigos com vídeos de seus animais de estimação. Quem quiser saber como participar do clipe pode clicar aqui.

Para encerrar nossa entrevista, o Hurry Up deixa a seguinte mensagem para a galera:

“Sempre gostamos de terminar as entrevistas enfatizando a importância do comparecimento das pessoas nos shows de bandas autorais. Existe uma cultura de roqueiros de internet que não é nada benéfica para o cenário musical, por isso sempre pedimos ao pessoal que gosta de punk/hardcore/metal/folk/indie que fortaleçam a cena do local onde moram comparecendo aos shows, montando bandas, fazendo zines, filmando shows, tirando fotos e etc. O punk/hardcore é muito mais divertido visto de dentro e quanto mais você dá, mais você recebe.”

Quem quiser conferir mais sobre o Hurry Up ou entrar em contato pode acessar os seguintes links:

Site Oficial
Facebook
Youtube
Soundcloud

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12/07 – Pelebrói Não Sei? 20 Anos em Curitiba https://www.attackurbano.com.br/2015/06/18/12-07-pelebroi-nao-sei-20-anos-em-curitiba/ https://www.attackurbano.com.br/2015/06/18/12-07-pelebroi-nao-sei-20-anos-em-curitiba/#respond Thu, 18 Jun 2015 18:15:27 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=742 Dia 12 de julho em Curitiba, a banda Pelebrói Não Sei? comemora 20 anos de Punk Rock  em um show especial juntamente com as bandas também curitibanas Javali Banguela e

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Dia 12 de julho em Curitiba, a banda Pelebrói Não Sei? comemora 20 anos de Punk Rock  em um show especial juntamente com as bandas também curitibanas Javali Banguela e Javalis Do Pântano.

Informações sobre o show:

12/07 (domingo) 17h00
Local: JOHN BULL
Rua Mateus Leme, 2204 – CEP 80530-010

PELEBRÓI NÃO SEI? (Curitiba, PR)
JAVALI BANGUELA (Curitiba, PR)
JAVALIS DO PÂNTANO (Curitiba, PR)

Ingressos:
R$20,00 (1º Lote)
R$25,00 (2º Lote)
R$30,00 (3º Lote)
Na hora, outro valor.

Locais da venda antecipada:
Túnel do Rock (Rua XV De Novembro, 74)

Venda de ingressos pela internet:
https://meubilhete.com/pelebroi20anos

Realização:
Torino Entretenimento

Mais informações na página do evento no Facebook.

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Horace Green – Punk Rock sem padrões https://www.attackurbano.com.br/2015/05/14/horace-green/ https://www.attackurbano.com.br/2015/05/14/horace-green/#respond Fri, 15 May 2015 02:55:44 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=640 Direto de São Paulo (SP) o Horace Green chegou para nos contar um pouco de sua trajetória e mostrar o seu som. A banda começou em 2011 com a reunião de amigos que

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Direto de São Paulo (SP) o Horace Green chegou para nos contar um pouco de sua trajetória e mostrar o seu som. A banda começou em 2011 com a reunião de amigos que se encontravam em eventos, Shamil, vocalista do Horace Green nos conta como foi este início “Eu sempre encontrava o mesmo pessoal em shows e trocávamos ideias sobre som e quando me deu vontade de montar uma banda desse estilo, fiz um chat no MSN e um foi chamando o outro. A banda trocou de integrantes com o tempo e estamos desde 2013 com esse quarteto…”.

Capa do disco Sempre Melhor de 2013
Horace Green – 7″ Sempre Melhor – 2013

O Horace Green é uma banda de Punk Rock “Porque a gente é punk né…” diz Shamil, com referências de bandas como Samiam, Small Brown Bike, Jawbreaker, Dinosaur Jr, Fugazi “e por aí vai…”,  apresentam um som com melodias daquelas que não te deixam parar de ouvir, como o seu Ep “Madeira” lançado no ano passado que possui 6 faixas. Horace Green conta também com um vinil 7″ lançado em 2013 com apenas 2 faixas (infelizmente), denominado “Sempre Melhor“. Quem quiser comprovar o que estou falando pode acessar o bandcamp da banda.

Capa do Ep Madeira de 2014
Horace Green – Ep Madeira – 2014

Além dos discos mencionados o Horace Green participou de um split ainda não lançado juntamente com as bandas Plastic Fire, Rallye e Running Like Lions e atualmente estão preparando seu primeiro disco full. A formação oficial conta com Shamil Carlos nos vocais, Fernando “Chero” Martins na bateria, Clayton Romero no baixo e Guilherme “Fox” Amato na guitarra.

“Viemos de uma escola punk/hardcore e nossas letras sempre deixaram isso claro. Não nos prendemos a nenhum padrão ou obrigação, se quiser falar de amor, falaremos… mas fazemos questão de ter letras politizadas, que deixam claro nossa postura antifa e pró-gay por exemplo.” diz Shamil, vocalista do Horace Green além de deixar claro qual a mensagem que tentam passar para o público “Que leiam e se informem, pois o facebook não é uma fonte de informação. Existe um mundo lá fora, a verdade esta nas ruas, na luta diária das classes.”.

Ao serem questionados de como analisam a cena local e como se veem nesta cena eles são diretos “O Horace Green prefere não se prender a cenas, não nos isolamos por estilo ou nada parecido, gostamos mesmo de tocar com bandas de vários estilos…” e completam “Realmente não acreditamos numa cena local, unida e forte, acreditamos que quem faz isso é você, sou eu, somos todos nós, indo a shows, comprando merch, divulgando as bandas…”. Contudo, deixam claro que todas o shows nas cidades que já tocaram são inesquecíveis para a banda e também revelam que um dos fatos mais marcantes foi tocar ao lado do Reffer, banda que todos os integrantes do Horace Green amam.

Confira abaixo o único clipe do Horace Green da música “Vítima”:

Além do Horace Green, todos os integrantes tem projetos paralelos, Shamil toca baixo no Faca Preta, Clayton toca baixo no Brain Stoker e guitarra nas bandas Nerds Attack e Inner Enemy e Fox e Chero tocam no Dance of Days.

Quem quiser entrar em contato ou conferir mais sobre o Horace Green pode acessar os links abaixo:

Facebook
Twitter
Youtube
Instagram
Bandcamp
Loja Virtual com os merchs
E-mail: horacegreen99@gmail.com

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