Arquivo de Outros - Attack Urbano https://www.attackurbano.com.br/category/outros/ Cultura Underground Thu, 04 Sep 2025 05:42:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://www.attackurbano.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-icone-granada-32x32.png Arquivo de Outros - Attack Urbano https://www.attackurbano.com.br/category/outros/ 32 32 Mini Documentário “Onde está o Emo no Brasil?” https://www.attackurbano.com.br/2016/11/22/mini-documentario-onde-esta-o-emo-no-brasil/ https://www.attackurbano.com.br/2016/11/22/mini-documentario-onde-esta-o-emo-no-brasil/#respond Tue, 22 Nov 2016 19:54:02 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=1016 Há quem diga que o Emo morreu, mas para os verdadeiros emos que viveram a época mainstream e não aceitavam o que a mídia passava sobre o “estilo” isso não é

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Há quem diga que o Emo morreu, mas para os verdadeiros emos que viveram a época mainstream e não aceitavam o que a mídia passava sobre o “estilo” isso não é verdade. E esse é o foco do mini documentário Onde está o Emo no Brasil? resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do estudante/jornalista Matheus Muniz.

Segundo Matheus: “A ideia do projeto foi mostrar onde está o Emo no Brasil hoje, depois de ser uma dos gêneros mais comentados nos últimos anos, ele acabou esquecido pelo grande público e muitos acham que ele acabou, mas na verdade ele está mais vivo que nunca no cenário independente e com muitas bandas relevantes e que geralmente o grande público não conhece.”. Ele também disse que essa é uma versão acadêmica e que pretende continuar a ideia em forma de um longa-metragem.

O “doc” conta com entrevistas da galera do cenário brasileiro Capilé (Water Rats, Sugar Kane), Fausto (Good Intentions, Dance Of Days) e Shamil (Faca Preta, Horace Green).

Confira o documentário:

Quem quiser entrar em contato com o Matheus e/ou saber mais informações é só conferir os links:
Facebook
Youtube
E-mail

 

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Mini Documentário Moshada: A Cena Hardcore Em Maringá https://www.attackurbano.com.br/2015/07/10/mini-documentario-moshada-a-cena-hardcore-em-maringa/ https://www.attackurbano.com.br/2015/07/10/mini-documentario-moshada-a-cena-hardcore-em-maringa/#respond Fri, 10 Jul 2015 18:45:13 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=750 Moshada: A Cena Hardcore Em Maringá é um documentário de mais ou menos 17 minutos, que conta com histórias e fatos da cena e das bandas de Maringá, no Paraná. Produzido

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Moshada: A Cena Hardcore Em Maringá é um documentário de mais ou menos 17 minutos, que conta com histórias e fatos da cena e das bandas de Maringá, no Paraná. Produzido por estudantes do 7º semestre de Jornalismo da Faculdade Maringá o Documentário traz cenas e depoimentos de bandas locais como ComsequênciaDrawthelineAtaque De Tubarão.

Confira abaixo o documentário:

Produzido por:
Kélen Henn, Andrea Sakugawa, Vanessa Herrmann e Felipe Nabanete.

Quem quiser saber mais sobre as bandas pode conferir os links abaixo:

Facebook Comsequência
Facebook Drawtheline
Facebook Ataque De Tubarão

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92 Graus: o show não pode parar! https://www.attackurbano.com.br/2015/05/30/92-graus-o-show-nao-pode-parar/ https://www.attackurbano.com.br/2015/05/30/92-graus-o-show-nao-pode-parar/#respond Sat, 30 May 2015 22:26:19 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=692 Hoje recebi esta notícia que, infelizmente, é uma realidade triste para a cena underground curitibana, o Espaço Cultural 92 Graus (ou apenas 92 Graus) está quase chegando ao fim. Desde

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Hoje recebi esta notícia que, infelizmente, é uma realidade triste para a cena underground curitibana, o Espaço Cultural 92 Graus (ou apenas 92 Graus) está quase chegando ao fim.

Desde os anos 90 a casa de shows 92 Graus abraçou a causa em apoio a música alternativa na cidade de Curitiba, e resistiu até agora enfrentando vários problemas e mudanças de locais durante sua caminhada, mas agora chegou em uma fase crítica, segundo o “jovem-senhor” JR Ferreira, fundador e dono do 92 Graus “ou compramos a casa ou teremos que deixá-la e mudar novamente, o que pode nos causar o fechamento definitivo”. Ou seja, desta vez pode ser o fim definitivo.

Apesar desta triste notícia ainda há uma esperança, através do financiamento coletivo para a compra do atual imóvel onde o 92 Graus está localizado. O projeto para este financiamento denominado “Espaço Cultural 92º: o show não pode parar!” entrou no ar no último dia 28 no site de crowdfunding Kickante, e terá no total 2 meses para arrecadar a quantia de 523 mil reais. O valor arrecadado será utilizado não somente para a compra do imóvel, mas também para a reforma e transformação do local que pretende se tornar um museu da música alternativa, estúdio de ensaio e gravação e ainda contar com uma espécie de “calçada da fama” da cena local.

Quem se sentir mobilizado e compreender a importância do projeto para a cena curitibana, pode apoiar a causa acessando a página do projeto no kickante. No vídeo abaixo o próprio JR convida você a ajudar o 92 Graus.


Fundado em 1991 o 92 Graus já enfrentou diversos problemas, mas segundo JR, os maiores problemas sempre foram as mudanças de local, e desde sua fundação o 92 passou por 7 sedes, e atualmente está localizado na Av. Manoel Ribas, 108.

Bandas internacionais como Fugazi, Agnostic Front, Sick Of It All, Tsol, Agent Orange, GBH e Toy Dolls só são algumas das que já se apresentaram nos palcos do 92, destaque também para grandes nomes nacionais como Raimundos, Cólera, Ratos de Porão e Replicantes, que fizeram também história na casa.

Segundo a descrição encontrada na página do projeto o Espaço Cultural 92 Graus conta com mais de 400 apresentações por ano o que resulta mais de 50% dos eventos musicais independentes realizados em Curitiba. O que torna ainda mais grave a possibilidade de um final para o 92.

o Espaço Cultural 92 Graus conta com mais de 400 apresentações por ano o que resulta mais de 50% dos eventos musicais independentes realizados em Curitiba

Em meio a esta realidade, fica na lembrança de quem já participou de alguma maneira, assim como eu, da história do 92 Graus. Seja indo a shows, tocando com bandas, organizando eventos, presenciando de alguma forma a história da música alternativa curitibana, que tem como padrinho o grande JR.

Quantas vezes você já viu bandas novas estarem fazendo sua primeira apresentação nos palcos do 92? Ou até mesmo conheceu bandas que a partir daquele momento se tornaram referência para você? Só quem viu de perto coisas como essas acontecerem entende como o 92 Graus não é apenas um local, mas sim parte da cena underground.

Fontes:
http://www.kickante.com.br/campanhas/espaco-cultural-92o-o-show-nao-pode-parar
http://cwblive.com/o-92-graus-pede-socorro/

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Scena Zine: Faça Você Mesmo https://www.attackurbano.com.br/2015/04/22/scena-zine/ https://www.attackurbano.com.br/2015/04/22/scena-zine/#comments Wed, 22 Apr 2015 20:57:18 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=417 Hoje apresento a vocês o Scena Zine, um fanzine ou apenas “zine” que tem o ideal muito parecido com o do Attack Urbano: apresentar bandas/conteúdos do underground. Confesso que não sei

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Hoje apresento a vocês o Scena Zine, um fanzine ou apenas “zine” que tem o ideal muito parecido com o do Attack Urbano: apresentar bandas/conteúdos do underground. Confesso que não sei nem como começar esta matéria, pois é um assunto que eu gosto e me identifico muito, aliás o Scena Zine foi uma das influências que tive para criar o Attack, sendo que sempre fui próximo a este ideal Faça Você Mesmo que o Zine representa.

Deixando o “blá blá blá” de lado, vamos ao que interessa, diretamente de Americana (SP), Júlio nosso amigo e o criador do Scena bateu um papo e nos contou toda a trajetória de como surgiu a ideia e a proposta do zine.

Um zine por nós mesmos…

Em 2001, Júlio e seu primo criaram o zine “Por Nós Mesmos“, material que era entregue nas festas de rock que eles mesmos organizavam, este material apresentava releases das bandas que tocavam nestas festas. Um tempo depois começaram a fazer entrevistas com bandas, em sua maioria por e-mail (assim como nós do Attack Urbano fazemos) e outras por telefone. Alguns anos depois o grupo cresceu, amigos colaboravam com a correria, que inclusive se tornou um evento, ao qual tive o prazer de conhecer em 2010 em uma das festas que rolou em Campinas (SP). Entre 2001 e 2012 o zine Por Nós Mesmos teve mais ou menos 10 edições.

Zine Por Nós Mesmos Edição No 01
Zine Por Nós Mesmos Edição No 01

Júlio conta que “Era tudo muito sem pretensão, feito em colagens, eu agitava com a galera de fazermos uma edição meio quando dava vontade, xerocávamos pouquíssimas cópias, e organizávamos a distribuição em algumas festas que íamos aqui na região de Campinas, Americana, Piracicaba…”.

Passado algum tempo Júlio conta que a maioria da galera “desencanou…”, então ele começou a arquitetar algo com “cara de revista”, mais elaborado mas sem perder a essência “xerox/punk”. Desde o início a ideia era ter uma “revista” que falasse apenas sobre o Hardcore, que fosse plastificada e que tivesse um adesivo dentro, e o principal, ter sua distribuição gratuitamente. Assim surge o Scena Zine, com a primeira edição lançada em novembro de 2013.

Scena Zine pela cena!

Ao perguntar qual a proposta do Scena Zine, Júlio é direto, “A proposta é de fazer somente publicações de bandas que se movimentam onde moram, que fazem algo para melhorar o lugar ou a cena de onde vivem…”. Júlio diz que o material é restrito a pessoas que participam da cena, pessoas e bandas que organizam festas de rock, publicam zines, tiram fotos em shows, publicam em blogs, enfim, que colaboram com a cultura underground de alguma forma. A ideia, segundo Júlio, é disseminar a parte boa que existe dentro do Hardcore, uma cena tão controversa, mas que abriga várias pessoas que fazem um trabalho legal que muitas vezes poucos ficam sabendo.

Zine Scena Edição No 01 - Novembro de 2013
Zine Scena Edição No 01 – Novembro de 2013

Júlio conta que o processo da produção do zine é totalmente “Do It Yourself” ou Faça Você Mesmo. Ele entra em contato com o pessoal das bandas via Facebook, e depois troca e-mails com a entrevista e as respostas (mais uma vez digo, que é exatamente como nós do Attack Urbano fazemos na maioria das matérias!) . Quando todo o material digital está em mãos ele faz a edição, e confessa que faz “um pouquinho por semana” pois sua rotina é corrida. Depois de montado, o material vai para as impressões, Júlio diz que a primeira edição foi impressa em uma matriz e as cópias foram feitas em uma loja de Americana (SP), já na segunda ele imprimiu tudo em casa em uma impressora própria a laser.

“Com as cópias em mãos, começa o trabalho mais chato, dobrar folha por folha, de edição por edição, depois eu grampeio uma a uma, enumero, coloco dentro do saquinho com um adesivo dentro, e depois selo…” conta Júlio, criador do Scena Zine. Ele também conta que a primeira edição do zine teve 350 cópias, já a segunda pulou para 500, e que a terceira que já está pronta, terá 500 também. Júlio confessa que um de seus sonhos é ter uma edição com 10.000 cópias, “Ainda chego lá!”.

Confira o vídeo do processos de produção da segunda edição do Scena Zine:

Quando pergunto a Júlio sobre os gastos, prejuízos e apoios do Scena, ele responde com sinceridade “Cara em todas edições eu saio no prejuízo, eu até poderia correr atrás de mais alguns apoios e conseguir mais dinheiro, mas de certa forma acho que isso sairia do foco do zine…”. Ele conta que só busca apoio de pessoas que ele conhece e que tenham haver com a cultura underground, e que geralmente ele banca 40% dos gastos com as edições. O único “problema” que Júlio cita, com tudo isso, além de ter estragado sua impressora depois da segunda edição, é o de gastar com o Scena Zine, mas como ele costuma dizer para quem não é do mundo de perder dinheiro com o rock “Tipo, não tem pessoas que pagam pra alugar quadra pra jogar futebol e etc? A gente gasta dinheiro com isso, mas só quem já arrepiou os pelos do braço, ou chorou ouvindo um som vai entender!”.

A gente gasta dinheiro com isso, mas só quem já arrepiou os pelos do braço, ou chorou ouvindo um som vai entender!

Após a produção do material, Júlio escolhe uma festa ou show que tenha a ver com o zine para começar a distribuição, também procura outros eventos em seguida para distribuir e deixa algumas edições com as bandas que participam das edições, ao qual também acabam ajudando na divulgação. Para a surpresa de Júlio, várias pessoas acabaram entrando em contato para conseguir receber o material, ele conta que tem conseguido distribuir para os quatro cantos do Brasil e que o estado que mais solicita pedidos é o Nordeste. Inclusive Júlio conta também que já enviou algumas edições para Argentina, Chile e Portugal.

Quando questionado sobre qual matéria do zine ele mais gostou de fazer ele responde que “todas sem demagogia nenhuma eu achei muito massa fazer, me emociono só de pensar que fulano ou siclano foi lá, parou um pouco de fazer suas coisas pra responder minhas perguntas, responder pra minha humilde revistinha, xerocada…”. Mas também não esconde que as matérias com a banda californiana Terror e com o antigo vocalista da banda canadense Comeback Kid, Scott Wade foram muito legais de fazer. “Mandei pelo facebok um recado traduzido pelo google tradutor, mó tosco, para os dois, esperando que eles não fossem responder, e acabei tendo essas surpresas, me trataram super bem, e isso foi muito legal pra mim.”.

Confira algumas imagens desde o zine “Por Nós Mesmos” até as edições recentes do Scena:

Júlio diz que a motivação para tudo isso é que todo o pessoal curte a ideia, a abordagem das bandas, delas curtirem estarem no zine. E completa dizendo que o que a galera mais elogia é o fato do zine ser impresso, nada digital “não desmerecendo, mas o lance mais legal do Scena é que ele é impresso, xerocão, estilo anos 90…”.

Quem quiser entrar em contato com o Júlio para receber o material em casa ou conhecer mais sobre o Scena Zine pode entrar em contato pelo e-mail juliodelete@yahoo.com.br ou pela fanpage do Scena Zine no facebook.

Com toda esta dedicação, Júlio e o Scena Zine, nos mostram que o underground mesmo que com seus problemas, sempre terá espaço para quem quiser participar e colaborar mais com esta cultura, além de servir de exemplo para quem acredita na cena hardcore.

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Mini Documentário Jacaranda Dirt Trails https://www.attackurbano.com.br/2015/04/08/mini-documentario-jacaranda-dirt-trails/ https://www.attackurbano.com.br/2015/04/08/mini-documentario-jacaranda-dirt-trails/#respond Wed, 08 Apr 2015 21:34:21 +0000 http://www.attackurbano.com.br/?p=344 O Mini Documentário Jacaranda Dirt Trails traz a história desta galera que se juntou por uma causa: conseguir um local próprio para praticar o BMX. Localizado em Santa Bárbara d’Oeste, interior

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O Mini Documentário Jacaranda Dirt Trails traz a história desta galera que se juntou por uma causa: conseguir um local próprio para praticar o BMX. Localizado em Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo o Jacaranda teve uma história de luta pelo local, depois de terem um antigo espaço destruído pela prefeitura, essa galera foi pra rua protestar por um novo lar.

Resumido em treze minutos, entre a história e cenas radicais, o documentário foi produzido por Miguel Verzignassi (Fotógrafo, videomaker e membro da Equipe Attack Urbano) e Rafael Renesto (Fotógrafo), amigos que apoiaram a galera do BMX com esta produção independente. Em um papo com o Attack Urbano, Rafael conta como surgiu o contato e a amizade com a galera do Jacaranda “Na verdade o contato veio através de uma amizade, a muito tempo atrás, coisa de 10 anos ou mais, eu e o Miguel conhecemos o Wagner Stoppa na época que andávamos de skate, ele é irmão do Ronaldo Stoppa o Nardo, a partir dai conhecemos ele e Anísio o Chicão, entre outros caras que andam no local.”.

Em uma de suas voltas para sua terra local, Americana (SP), Miguel que hoje mora em Curitiba (PR) se juntou com Rafael para gravar uma Jam Session que rolou no Jacarandá, e essa foi a oportunidade de conhecer melhor a galera do BMX e um pouco da história do local. Miguel teve então a ideia de produzir o documentário e Rafael abraçou a causa, e juntos planejaram com o tempo como seria esta produção.

Confira como ficou esta produção no vídeo abaixo:

Ficha técnica:
Miguel Verzignassi: Imagens, Roteiro, Direção e Edição.
Rafael Renesto: Fotografia e Roteiro.

Ao perguntar para Rafael como foi produzir o documentário ele é modesto “Pra mim que não sou da área foi tudo novidade, ajudei nas fotos e um pouco na captação do áudio, o resto foi praticamente tudo o Miguel que fez, vídeos, tratamento, edição. Tudo foi feito em dois dias praticamente, pois no terceiro choveu e acabou ferrando com tudo! haha o lugar é completamente aberto, então dependíamos da ajuda do tempo para que ocorresse tudo bacana!”. Rafael conta também como o pessoal do Jacaranda aceitou a produção “O pessoal foi muito receptivo a ideia, eles gostaram muito e foram super legais e prestativos, até porque são poucos os trails do Brasil que possuem um mini documentário ou qualquer outro material falando sobre…” e ainda completa como foi aceito o resultado final “Só recebemos elogios, por incrível que pareça ninguém pontual nada como “negativo”, eles adoraram o resultado final.”

Confira algumas fotos de Rafael Renesto:

Quem quiser entrar em contato ou conhecer mais sobre o trabalho de Miguel e Rafael pode conferir nos links abaixo:

Facebook Miguel Verzignassi
Youtube Miguel Verzignassi
Facebook Rafael Renesto
Flickr Rafael Renesto

E quem quiser conhecer mais sobre o Jacaranda Dirt Trails pode acessar a fanpage no facebook.

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